Pesquisas
Em 1993, a AFR iniciou um trabalho pioneiro e de grande importância para as ações de saúde em todo o Brasil: o Estudo de Prevalência de Incapacidades. Este Estudo, realizado em forma de pesquisa, visa indicar, por amostragem, a prevalência de incapacidades, ou seja, o número de portadores de deficiência em determinadas regiões, dentro de um quadro comparativo.
O Estudo analisa os diferentes tipos de deficiências, gravidade e os fatores sócio-econômicos envolvidos. Também verifica a disponibilidade e a localização dos recursos materiais e humanos direcionados à saúde e Reabilitação de pessoas portadoras de deficiências.
A pesquisa da AFR não faz a relação das condições de vida com a deficiência. Entretanto, muito pode ser extraído do relatório como, por exemplo: estatísticas objetivando verificar se o maior ou menor número de deficientes está entre ricos ou pobres.
O que prevalece como incapacidade em determinadas comunidades, pode ser um bom referencial para a conclusão de inúmeras circunstâncias, por exemplo, como é a situação social; se um grande número de paralisia cerebral é fruto da falta de um pré-natal; se há deficiências com as condições sanitárias básicas em determinado município.
De acordo com as estatísticas, pode-se detectar o que é necessário implementar em cada região para a melhoria da qualidade de vida da população.
